Após eu ter criticado a nova versão do filme O Dia Em Que a Tera Parou, agora vou criticar o original, de 1951. Após uma longa discussão na locadora, eu e a Lena resolvemos pegar esse filme mesmo pra fazer uma comparação com o remake [Depois de uma briga incluindo "Ed Mort","Coleção - Charles Chaplin" entre outros que sua avó via].
O Dia em Que a Terra Parou é um clássico de ficção científica, Não pelos efeitos especiais que incrivelmente ainda resistem ao tempo, isso porque o filme não era recheado deles. O efeito mais notável mesmo é o vôo da espaçonave de Klaatu no início do filme, um efeito que não poderia ficar muito melhor nos dias atuais, devido à sua simplicidade super funcional. Porém, a cena onde Gort carrega a cientista Helen é bem tosca, pois aparece os fios nos braços do Robô [e a Lena me batia pra que não tirasse a "magia do filme" hehehehe].

A história também é simples, mas de extrema importância até hoje. O alienígena Klaatu viajou, juntamente do robô "Gigaaante" Gort, por 200 milhões de milhas para chegar à Terra e mandar uma mensagem a todos os seus representantes: se continuarem constituindo uma ameaça a outros planetas todo o planeta deve ser exterminado![Risadas Maléficas ao fundo.] Porém, assim que chega à Terra as pessoas encaram como piada e não querem ouví-lo, e acabam interpretando sua presença como uma ameaça. Klaatu (de aparência igual à dos terráqueos) vai conviver por um tempo com uma típica família de classe média, para decidir se vale a pena ou não tentar realmente salvar nosso planeta da destruição.
Fora a parte filosófica do filme [Sobre a reflexão de paz e da guerra], este é um trabalho no mínimo divertido. Mesmo que hoje em dia esses filmes não assustem mais [nem um pouco por sinal...] na época as pessoas se assustavam com o algumas cenas ameaçadores com o Gort[nossaaaa, muito ameaçador...]. Além disso, todo o clima de fantasia do filme (embora na época certamente uma boa parte dos espectadores o levasse muito à sério) é bastante interessante. É curioso conferir as maquinas que a nave espacial de Klaatu possui, e ouvir falar sobre o seu próprio
planeta, que é como seria o nosso em um futuro não muito distante, caso nos livrássemos das guerras. Edmund H. North foi feliz nessa tentativa de prever o futuro, há um diálogo entre Klaatu e o garotinho Bobby enquanto este brincava com um autorama, e o alienigena se despede com a seguinte frase:
“ - Depois te conto de outro tipo de trem, que não precisa de trilhos.”
Hoje já encontramos trens que não utilizam trilhos. \o\ Edmund H. North é Vidente!
O Dia em Que a Terra Parou pode ser considerado um dos mais importantes filmes de ficçõe científica de todos os tempos no cinema. Um filme que mistura diversão com conteúdo e é dono de uma mensagem atemporal. Realmente vale a pena!
Obs: Já sabemos o Significa "Klaatu Barada Nikto"! Significa: "Salve-me e foda-se meu planeta"! [Descoberta incrível feita por Lena ._.]
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Nerd-NOTA: 9,0
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